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Em 2009, faz 15 anos sem Ayrton Senna

Há 15 anos, na Italia, o Brasil perdeu um de seus maiores ídolos do automobilismo de todos os tempos


Airton Senna batia a 300km/h em uma curva de Tamburello que encerrou sua carreira de forma terrivel.
Da batida forte no muro de proteção à algumas horas depois, o país inteiro sofreu. E 15 anos não foram suficientes para apagar da memória os feitos extraordinários do piloto. Como por exemplo, as 41 vitórias, 3 titulos de Fórmula 1, 29 Vitórias com Pole Position, e muitos outras.

Quando sofreu uma quebra na barra de direção, o carro perdeu o controle na curva e bateu forte no muro. Um dos braços da suspensão dianteira foi projetado contra o capacete de Senna. A angústia chegou ao auge quando a morte foi confirmada no Hospital Maggiore, em Bolonha (Itália), após frustradas tentativas dos médicos.

A imagem que ninguém queria ver:o torcedor brasileiro viu pela TV o fim cruel de uma trajetória brilhante que começou bem antes da Fórmula 1. Senna passou pelo automobilismo inglês e conquistou títulos em todas as categorias: F-Ford 1600, 2000 e F-3 Inglesa. No principal palco do automobilismo, o tricampeão garante seu lugar entre os maiores nomes da história, num prestígio que ultrapassa as fronteiras do Brasil e até do próprio automobilismo.

Além da competência nas pistas, Senna também ficou conhecido pela generosidade fora delas. Ele iniciou obras que deram origem ao Instituto Ayrton Senna, que hoje atende cerca de 400 mil crianças e jovens em todo o Brasil. Viviane, sua irmã, toca o projeto desde sua criação.

Sua importância para a Fórmula 1 se reflete nos elogios que conquistou ao longo da carreira – e nas polêmicas em que se envolveu vez por outra. O chefão da categoria, Bernie Ecclestone, não tem dúvidas em afirmar quem foi o maior da história. Para ele, nem o multicampeão Michael Schumacher chega perto.

 
 




 
 
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